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sábado, 26 de março de 2011

a espera do report

pois... este post é so mesmo para dizer ao sr administrador que estamos á espera da reportagem sobre a ultima incursao aos trilhos de sintra! se foram feitos á boa maneira do XC, ou pelo contrario foram desbravados e com as rodas no ar!
do meu lado em termos de aventuras radicais nada tenho a postar, apenas incursões onde a adrenalina nao reina! como sejam provas de atletismo de 17, 20 e 21km, esta ultima infelizmente nao terminada (meia maratona da ponte 25 abril), tou perto do objectivo de correr o km abaixo dos 5minutos mas ainda nao esta alcançado e á conta disso o joelho cedeu á pressao e o corpinho nao aguentou e pela 1ªvez tive q desistir...
de bike este ano ja fui a fatima e ando aí nas voltinhas de xc, acabei de comprar material para a kitar mais um bocadinho (ainda nao esta nada montado) mas ando em pulgas para a levar ao mecanico e ir experimenta-la!
ate lá aguardo pela reportagem do sub das lides mais radicais do pessoal

quarta-feira, 9 de março de 2011

To the next level since 1979

Pois é pessoal, os anos vão passando por nós e nós por eles… Já cá cantam 32 campeonatos, e quer se jogue bem ou mal, este é um titulo de revalidação vitalícia. Ainda parece que foi ontem que aqui foi publicado o post “masters30” quando eu e o Covas comemorámos os nossos 30 na mata de Belas e deixámos de ser “elites”. Mas sempre que me dizem que “o tempo passa a correr” eu respondo que o resto das coisas também… faz agora mais ou menos uns 20 anos que descobri as bicicletas de montanha, e desde a Esmaltina amarela flourescente completamente oversized para um puto de 12 anos, decorreu toda uma vida. Poucos interesses sobreviveram desde o puto de 12 até ao "puto" de 32, mas curiosamente a paixão pelo MTB ficou, e suspeito que para sempre.


Este ano, queria manter a tradição, e visto que estava de férias, logo as 7:30 estava a pé. Ainda o sol não tinha nascido por detrás do monte do marco geodésico e a vegetação rasteira ainda se apresentava cheia de orvalho já eu me dirigia ao ponto mais alto das redondezas para fazer a minha primeira descida do dia. Ao contrário do que as previsões apontavam, o dia nasceu lindo e com sol, com uma temperatura perfeita, mesmo a pedir que fosse gozado convenientemente. Se dúvidas houvesse entre o “devia ter ficado na cama” e o “ainda bem que vim andar” a beleza daquela manhã dissipou-as por completo. Até a própria subida a pé foi desfrutada, gozando os sons e cheiros próprios do amanhecer no campo.


Chegando ao inicio do Trilho das Mines era hora de parar com tanto bucolismo e passar para outro atractivo desta modalidade, a adrenalina. Nada de cenas hardcores que ainda queria comemorar o resto do dia, mas o suficiente para me sentir vivo. O trilho das mines proporciona bastante diversão, mantendo o risco muito em baixo. Mas se um gajo se quer sentir vivo, tem de passar por algumas agruras. Mais uma subida a pé, e fui até ao marco geodésico e fiz a primeira secção. Já a zona de calhaus pareceu-me arriscada sem colete e optei por ir fazer os fetos.No inicio do trilho, mais uma paragem para apreciar o dia lindo e ao olhar para o estradão onde termina o trilho só pensei: “daqui a uns 2 minutos estás lá em baixo, de bicicleta… espectacular”, e assim me fiz à pista. Como não me queria defraudar fiz o trilho todo com pouco travão e a abusar das bermas e finalmente cheguei com velocidade suficiente para fazer um salto novo que lá está, mas que ainda não tinha tentado porque chego lá sempre sem velocidade. O shore, apesar da rede, estava super escorregadio e a vertical no final continua a ser o maior desafio do trilho.


Depois de mais uma descida pelas “mines” estava na hora de ir para casa ter com os meus amigos e prosseguir com o dia de aniversário. Posso-vos dizer que saí de lá super satisfeito e sem sentir minimamente os 32 campeonatos que já cá cantam!

Abraços a todos,
sub