segunda-feira, 17 de agosto de 2009

X.Games 15 - the Double Frontflip

Então rapaziada, essas ferias?

Já sei que para alguns são “forçadas” (como se existisse tal conceito!!), para outros nem por isso e para alguns já acabaram…

Bem sabemos que o mês de Agosto aqui na GAS costuma ser de baixo rendimento, mas é precisamente no mês de Agosto que tendem a acontecer os mais épicos momentos dos desportos (ditos) radicais. Tem sido assim de há 15 anos para cá, desde que se começaram a realizar os X-Games. Depois de momentos históricos e inéditos como o 900º do Tony Hawk, do double backflip do Travis Pastrana e da rallyzada numa pista de MX entre o Pastrana e o falecido McRae que acabou com este ultimo a capotar, a perder uma roda e a acabar a 0,5s do melhor tempo, eis que em 2009 acontece mais história, desta vez em BMX.



Meus senhores, apresento-vos o “double frontflip”:








Mas sem esquecer os restantes momentos históricos que já nos foram proporcionados









quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Fotos

boas,
a seguir estão algumas fotos duma ida á Malveira já aqui relatada, no post "barriguinha cheia"


1ª foto do dia já mostrava o alto astral que por ali pairava!



o nosso macgyver, tirando as terças-feiras



carlos e um grande plano do nosso "flying" Tó!



bigodes a mim? Só mesmo dentro da carrinha...



a este a manhã tava a correr bem!



o nosso grande, enorme, gigante patrocinador!!



as caras não enganam, uma ganda manhã!!




os maquinões ainda orfãos da WC do Carlos...



a ultima foto do dia evidenciava o quão bem tinha
corrido a "lucky"manhã!



o logo do sponsor!

pronto ja está!
nao são todas as fotos da jornada mas apenas as mais marcantes e engraçadas do dia.


ps: ja agora informo que ja estou em casa mas o shôr doutor me deu seis meses para poder voltar ás "bicicletas malucas"

abrçs
jay

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

trilhos da malveira - a luta continua!!

«boas,
a denuncia que eu venho fazer prende-se com o facto de algumas famílias muito poderosas na sociedade estarem a conseguir fazer passar um alteração na leis dos parques naturais (nomeadamente no sintra-cascais) de forma a proibir toda e qualquer pratica desportiva dentro dos mesmos!

explicação, na zona da malveira da serra de alguns anos para cá a pratica de downhill/freeride (vertente do btt) é legal e foi um direito que nos foi concedido pelo PNSC, tanto mais que consta na carta de desporto do parque! esta co-habitação não só é pacifica como tem vantagens para os dois lados, a nós pq nos permite treinar num sitio quase ímpar em todo o território nacional, ao parque pq toda aquela zona se encontra limpa pelas sucessivas manutenções nos respectivos trilhos. no entanto e de uma forma unilateral a autarquia de cascais "picada" pelos moradores palacianos que se queixam do barulho e da confusão que tal pratica leva aquelas bandas, decidiu alterar a carta de desporto do parque de forma a proibir a pratica da modalidade!

certamente se os moradores daquela zona não tivessem os apelidos e funções que têm (champalimouds, amorins, e vice-presidentes da camara) as queixas do ruído causado não seriam suficientes para levar a uma alteração no carta de deporto do PNSC e pelos vistos na lei dos parque naturais. Importante de salientar é o facto do imenso ruído que é falado não passar de meia-dúzia de carros aos sábados e domingos de manha para fazerem (nem todos os fds) a ligação entre o inicio do trilho e o seu fim, claro que poderá haver lugar a algumas correções e alterações a serem efectuadas por nós no entanto o que é chocante é a rapidez desta proibição!

centenas de horas de trabalho voluntário na limpeza e construção dos trilhos estão em causa bem como a utilização de um espaço publico para a pratica de uma modalidade 100% limpa!

se realmente vocês não tem quaisquer ligações com este género de compadrios e lutam por uma sociedade transparente e livre adoptem esta causa, garanto-vos que toda uma (enorme) comunidade de desportistas vos irão admirar.

este é o meu apelo, peço-vos que tornem este escândalo publico!

se precisarem de algum tipo de apoio ou esclarecimento contactem.me
jepas79@gmail.com
96 662 57 27»



- esta é uma copia integral da denuncia que eu fiz quer ao BE quer ao PCP, em ano d'eleiçoes penso que possa ser uma das formas mais eficazes de podermos mediatizar este tema!



a imagem dum verdadeiro revolucionário;
-punho erguido contra o poder,
-vestigios de luta,
-fumador


ps: feito a partir dum qualquer quarto de hospital, neste caso foi a partir do 619

abrçs
jay

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Bike Trip à Serra da Estrela


O título diz tudo. Bike Trip à Serra da Estrela. Sim, à Serra da Estrela e não ao "Vodafone BikePark" porque de park tem muito pouco e parece-me que a Vodafone e a Turiestrela se estão a cagar para aquilo. Enfim, estamos na tuga e basta...

Quanto à Trip, esteve lá toda!
Hora de partida da Gália: 6.00 a.m. sharp. Isto depois de já ter apanhado o Tó no Cacém e de termos atestado a (quase já nossa) Fiat Ducato. Depois foi só enfiar 7 bikes, 6 gajos e toda a respectiva tralha (geleiras e frigoríficos incluidos) e arrancar à base de Red Bull e da adrenalina que os seis marmajos expiravam pelos poros.

A viagem foi a parvoíce habitual com o ambiente "a concertos à antiga" a apoderar-se do espaço. Ele foi Xutos, foi Ramones, foi Peste e Sida... E para quem diga que só lá faltou o cavalo, engane-se, porque até esse esteve lá!
"Chuta cavalo, chuta cavalo, chuta cavalo e morrerás!!" (cantado em uníssono)
"Chuta cavalo, Chuta cavalo!!"

Comigo sempre ao volante até ao ponto mais alto de Portugal Continental, eram 9.30 quando lá chegámos. Estava um dia brutal, com o céu completamente limpo, uma temperatura muito simpática e uma radiação solar a fazer lembrar o grill do meu forno de cozinha. Não houve escaldões, felizmente.
"The driver"

As pistas, essas não as vi. Vi foi muita pedra e pouca terra. Segundo o pessoal que lá está a operar o teleférico, as pessoas responsáveis por quele espaço não podem ou não querem fazer mais. No dia em que teoricamente abria o "Vodafone Bike Park" só tinham uma pista meio marcada e a outra estava uma lástima e sem marcações. Nada que assustasse o pessoal da GAS, deixem-me humildemente dizer.
"O descanso dos guerreiros"

Fizemos uma quantidade de descidas e tivemos outros tantos problemas de mecânica. Desde correntes partidas (pelo menos 2), a guias a sair do sítio (outras 2), a cabos a soltarem-se do quadro por causa dos saltos (1) e a apoios de guia partidos (1), ele houve de tudo. Felizmente foi só material (ou quase...). É que ao fim do dia já se contabilizavam algumas quedas. Nada de grave mas o suficiente para desmoralizar alguns guerreiros.

O Carlos com o seu canhão novo. E que canhão... Boxxer WC à frente e DHX5 atrás, quadro com muito bom aspecto e componentes todos de topo. Parabéns, tens mesmo aí uma ganda bike!! O Sub com a sua malagueta que a partir de certa hora decidiu que já não lhe apetecia mais aceitar as pedaladelas pesadas do seu amo e passou a rolar sem corrente. Qual Penela qual quê!! O Jay, (ou devo dizer Pablito?!) estava em grande ao atirar-se logo à maluca ao duplo do início da pista e ao salto da passadeira uns metros mais abaixo. O Tó, apesar de ser de longe aquele que de nós mais "cochonnes" tem, lá contabilizou mais umas 2 queditas ao seu curto currículo de acidentes. O Telmo, ai ai, o Telmo... O que se pode dizer do wiki? Tem sempre qualquer coisa para dizer e mesmo quando não tem arranja. O Telmo cagou na sua bike e tomou a acertada decisão de andar o dia todo com a Curve azul bebé (ups, azul bebé não, azul outra merda qualquer, lol).
"Ganda Jay!!"

E eu, hehe!! Eu que não caí uma única vez, que até me senti bem mesmo nas zonas com mais pedras e que nos relevés não troquei os pés. Eu que ganhei os tais "cochonnes" e me atirei ao duplo do Tó e do Jay e que após umas poucas de tentativas sem problemas lá consegui sacar unas 2 ou 3 saltinhos à homem. Ou deverei dizer à puto?! (ver vídeo "untitled 2") Só tive pena de me faltar uns dentinhos na pedaleira e de não ter atinado com aquilo umas horas mais cedo...
"Quais cochonnes, quais quê!!"

Às 18.00 lá nos reunimos no fim das "pistas" para tomar a nossa banhoca com o chuveiro do escuteiro do grupo e para vestir roupa limpa para dar início à jornada de regresso. A viagem mais uma vez foi a cena de sempre, muita bacorada e muita parvoíce, com a posição de driver a mudar para as mãos do Carlos. Às 00.00 estavamos todos em casa, com a certeza de um dia bem passado entre um grupo de pessoal 5 estrelas (excepto o Telmo à 3ª feira) e com vontade que a próxima seja mais a Norte.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Barriguinha cheia

O titulo do post não deixa de ser um bocado parvo, tendo em conta o meu estado actual( ver PS2). Mas já tinha sido decidido que este seria o titulo, ainda a circular nas pistas da Malveira. Este Sábado, e pela primeira vez em já alguns meses, saímos de Sintra completamente saciados, não só pelo número de descidas que acumulámos, mas também porque conhecemos um novo trilho e houve quem se mandasse a grandes obstáculos e tenha saído com o corpo ileso e o ego preenchido!


simplesmente... perfeita!


Mas vamos por partes... o dia começou bem antes da primeira descida. Como este era o fds em que o " és tão grande / gigante / o maior" Covas resolveu com elevada elegância o problema do transporte, havia recolha as 7:45 na Idanha, as 8:00 em Queluz e 8:30 na Malveira. A concentração das 8:00 foi a mais movimentada - o Covas e o Tó vinham ter a casa dos meus pais, para virem-me buscar a mim ao Telmo e ao Carlos. Não posso deixar de partilhar o comentário da minha querida mãezinha ao ver 5 marmanjos, 5 bikes e uma carrinha: "vai muita testosterona ali na carrinha".

6 marmanjos, 6 bikes e "2000 litros de capacidade"


Chegados à Malveira e cumprindo a recente tradição, já o Jay estava à espera. Num ápice, estavamos todos esquipados, com as bikes lá dentro e prontinhos para subir. Logo na primeira descida, assisto a um dos bons momentos do dia... vinha eu atrás do Tó nos voadores quando o vejo a seguir em frente no terceiro. Estava a começar bem o dia! Daí em diante foi acumular descidas umas atrás das outras. Entretanto travámos conhecimento com o Pedro, que depois de nos mostrar como é que se fazem os voadoares a sério, levou o Tó e o Jay pelo mundial e ainda nos levou, em "guided tour", ao trilho da Lucky Bikes.


El payacito, fartou-se de fazer rabonas sem cair

Ficámos todos encantados com o trilho, que para além de ser desafiante qb em termos de pilotagem e de DH, o que fez de mim fan do trilho desde os primeiros metros, tem uns obstáculos mais extreme FR mais ao jeito do Jay e do Tó. Umas verticais de pedra e uns saltos com gap respeitavel, que depois de vermos o Pedro a fazer pareciam muito fáceis: o Jay experimentou com sucesso a vertical de pedra, e o Tó logo a seguir. Estes dois rapazes andam a dar-lhe muito!! Foi uma manhã simplesmente perfeita ali na Malveira...

Saúdem o patrocionador

PS: pela primeira vez na história deste blog, houve 2 posts no mesmo dia, o que indica o entusiasmo que reina nas fileiras da Gravity Assisted Sports. Depois deste Sábado de luxo, avizinha-se mais um, com toda a comitiva a deslocar-se ao bike park da Serra da Estrela

PS2: para quem não sabe, sofri uma intoxicação alimentar provocada por ameijoas, de proveniencia vietnamita. Como se sabe, os moluscos actuam como "filtros naturais" e aquelas águas ainda devem ter alguns vestigios de napalm...


Agora só nos param na Serra da Estrela

Vodafone Bikepark is waiting for us...

Pois é pessoal, parece que é desta que vamos todos ao Vodafone Bikepark.

À semelhança do fim de semana passado, a Académica vai disponibilizar a um valor bastante apelativo (60€) uma das suas carrinhas de 9 lugares para a malta da GAS se deslocar até ao ponto mais alto de Portugal Continental. Há quem já fale de se fazer sócio aqui da AAA e tudo...

Segundo me informaram na Turisestrela, o Bikepark está a sofrer algumas reformas para ver se abre amanhã dia 15. Na pior das hipóteses, sábado já estará a funcionar em pleno.
Eu por mim combinava a reunião da malta bem cedinho em Queluz ou em qualquer outro sítio para arrancarmos a tempo de lá chegar às 9.30, 10.00... Depois é só curtir!!

Ah, não se esqueçam de levar paparoca com fartura pois os ares da montanha costumam dar fomeca. Também convém ir minimamente preparado para algum eventual problema de mecânica e manutenção.

T

ps: então e o report das 7 descidas de sábado passado com o apoio da AAA, sai ou não sai?

ps: desejos de melhoras para a intoxicação alimentar do guerreiro Sub. É que parece que as ameijoas vietnamitas estavam cheias de Napalm...


segunda-feira, 6 de julho de 2009

back in black

É interessante ver como as causas comuns têm a capacidade "quebrar o gelo" e juntar as pessoas. E que grande ajuntamento foi no Sábado na Malveira, com o pessoal todo no final das pistas no sitio certo (final dos voadores) a discutir os motivos e soluções para aquele problema. Desde a notícia bombástica do encerramento das pistas que não parávamos ali, e foi bom ver que afinal ainda tá tudo na mesma. A arrufadinhas continua por lá, o Francisco com 12 anos continua a deixar-nos envergonhados sempre que o vemos passar, o 2º voador é à menino, etc etc...


mais magrita, mas lá no sitio


Desta vez, os problemas começaram mesmo antes de chegarmos. Tinha combinado com o Carlos às 9h da manhã. E as 9h da manhã estávamos lá. O Covas, o Jay e eu em Sintra, o Carlos e o Tó em Belas. Como é que é possível alguém combinar as horas mas se esquecer de combinar o sitio... Enquanto o Tó e o Carlos faziam a viagem até Sintra, fomos fazer uma descida. Foi quando o Covas se apercebeu que não tinha trazido ténis, só chinelos (boaaa!!). E quando chegámos lá acima, uma ambulância parada no início das pistas. Pensámos logo que alguém se tinha partido todo ali e tinha ligado pro 661, mas afinal andava uma mulher perdida na Serra. Bem, antes da primeira descida já havia três incidentes um bocado esquisitos, e ainda o dia não tinha começado.


Perfeito, prontinho prá guerra

Lá fui eu e o Covas (com os ténis do Jay) por ali abaixo e logo no final da 1ª secção já o guiador branco bmx style da Plunder apresentava uns riscos, consequencia de uma queda. Quando chegámos lá abaixo, já tinham chegado o Carlos e o Tó e começou-se a descer com 2 carros. Infelizmente, mais uma vez recordámo-nos do problema que temos entre mãos, e aquilo ali sem carrinha é mesmo muito complicado. O que vale é que somos uns gajos cheios de boa vontade, porque entre os problemas a meter 2 bikes na space star e outras 2 nas barras da carrinha do Tó, qualquer um fica desanimado.


"isto com body armour é outra conversa"



As pistas continuaram a fazer umas baixas entre o material e o pessoal. Ao Covas tocou uma corrente partida, que apesar de ser um problema relativamente comum, o meteu em ponto de rebuçado e voltou-se a ouvir por ali que "esta merda de desporto que custa 50 euros por descida / eu não tenho jeitinho nenhum / eu vou vender a bike e tirar o curso de queda livre". Depois de uns miminhos ficou mais animado. Já eu, que padecia de problemas com a guia de corrente que me faziam perder 5 minutos cada vez que saltava, fui brindado com duas quedas na ultima descida. Se na primeira, à pergunta da praxe respondi logo que estava tudo bem, na segunda, ia mais lançado e demorei mais tempo a responder e a fazer um "check".



"tá tudo bem... quer dizer... mais ou menos"



Para a semana que vem, e enquanto não nos decidimos a comprar uma carrinha, pode ser que o Covas arranje qualquer coisa... não sei... ouvi dizer...

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Raid Minde 2009- feito!




Pois é, a prova de XC já foi, e digo-vos (neste caso escrevo) que foi bem durinha, prova disso foram as inúmeras inscrições de ultima hora (leia-se durante o percurso) na corrida dos 25km em vez dos iniciais 50km.
Agora e passadas umas semanas já não tenho o trajecto tao presente, apenas fixei mentalmente as partes mais marcantes do percurso, como a 1ªsubida que alem de comprida e de ter uma inclinação brutal, tinha um piso de pedra grande e solta, ou seja, sempre que se tentava pedalar a roda resvalava ou derrapava e não havia tracção suficiente para começar a andar, só mesmo desmontado! Depois do calvário da 1ªsubida uns kms em plano ou pelo menos parecia plano após aquele porradão inicial, ate que se chegou ao 1º e excelente abastecimento. Havia de tudo, água, sumo, café, fruta (da quem vem nas árvores) com fartura, sandes variadas, bolos, parece que até havia pasteis de nata mas quando cheguei já não os vi.
Após esta paragem e antes de recomeçar havia uma placa de aviso com o sinal de perigo, como sou novo nas andanças assustei-me com aquele aviso e comecei a secção desmontado ,como todos os outros, passados poucos metros as manhãs em Sintra vieram ao de cima e tá a montar que cheguei a uma parte engraçada, e foi verdade, uns 2 a 3 kms em descida em singletrack, mesmo single, do mais técnico que pode haver quase a roçar o trialeiro, possivelmente a parte que mais gostei de todo o percurso apenas comparável á ultima descida, assim que montei e após o susto inicial, fruto daquele sinal de perigo, foi só ultrapassar uns quantos que iam a medo e depois foi sempre a dar-lhe de fininho só tive pena de não ter la a minha malcheirosa, mas mesmo com a rígida e a levar porrada nas costas curti pa mundial sempre com um sorriso de orelha a orelha. Mas como o que é bom acaba cedo e o pessoal do XC é um bocado esquisito, parece que gostam mais de subir do que descer la veio outra subidita e o single acabou com muita pena minha!! depois disto mais uns quantos kms a pedalar que já apaguei da memoria, apenas registo para dois pormenores engraçados, numa parte do percurso paralelo á A23, encontrei uns quantos raiders parados a analisar o próximo troço e ouvi-os a comentarem que só dava desmontado, musica para os meus ouvidos, gritei "olha aí deixa passar" cheguei o rabo para trás e la fui eu para espanto dos bacanos... diga-se nada de especial, mas foi um episódio que me deu força para mais uns kms de esforço a pensar naquilo e com o ego la em cima (posso nao valer nada a subir mas a descer, carail, ninguem me agarra).
Outro pormenor interessante foi um saudável e inconsciente picanço que tive com uma rapariga que trepava nas horas e me dava sempre grandes ratadas mas na descida seguinte apanhava-a e ultrapassava-a sempre, andamos nisto uns valentes kms, a subir passava ela a descer passava eu, ate que numa das grandes subidas e quase a chegar ao topo ela caiu e assustou-se pois só havia uma berma, a outra era uma ribanceira com dezenas de metros a descer quase a pique. ela não montou mais e quando a passei poucos metros á frente da queda dela ainda deu para lhe perguntar se tava tudo bem, ou seja, ainda a consegui ultrapassar numa subida (mais uma pequena vitoria moral, daquelas que nos dão ânimo numa altura em que já não abundam forças, +- por volta do 38km). os últimos 10 km sem duvida que foram de puro sacrifício, sobretudo porque a organização nos presenteou com mais uma valente subida, não tão agressiva como a 1ª, mas sem duvida, mas muito mais comprida que, parecia que nunca mais acabava, eu todo roto e só via era subida... fdp!
A única coisa que ajudava naquela escalada, era saber que era a ultima do género e que a seguir era só descer ate Minde, e que descida! Estradão de alcatrão que deu para atingir a velocidade máxima na prova, houve quem tivesse dado 70km\h, no fim da rampa e em local estratégico para cortar a velocidade estonteante o ultimo check point da corrida, seguidamente mais um sinal de perigo e entrada em mais um singletrack brutal, sempre a descer com uma inclinação assinalável, muito técnico mas mais rápido que o 1º, apenas aqui encontrei vitimas do percurso, só no fim da prova vim a saber que era uma parte do caminho dos peregrinos de Fátima ou do caminho de Santiago é como preferirem. um trilho cheio de curvas e contra curvas com micro-ondas e maquinas de lavar pelo meio onde os pedais estavam em permanente contacto com os obstáculos do trilho, muito bom mesmo!
Mais uns poucos kms a pedalar até chegar á vila e antes da meta um género de downtown de 1 a 2 km de comprimento com os populares a puxarem por nós, o trauma das escadas ficou em Lx e foi só dar espectáculo, era só puxar por ela e por mim, quando dei conta já fazia as escadas em salto e só ouvia os naturais a gritarem e a vibrarem, grande momento!!! Até que vejo a famigerada META e como que por magia o cansaço desapareceu e ainda deu para ultrapassar mais 3 gajos. passadas 3H e 52m cruzei a linha de chegada, todo rebentado mas com uma sensaçao que nunca tinha experimentado, única ate hoje!

Muitos PARABÉNS á organização, que teve tudo pensado ao pormenor, o único senão foi mesmo a demora para o almoço.

abrçs
jay

sexta-feira, 5 de junho de 2009

"tou mais virado pó cross"


"De dificuldade média, o Raid terá 7 kms iniciais completamente rolantes para se poder usufruir das excelentes paisagens que o Polje de Minde nos reserva.
250 metros de desnível é o que nos reservam os próximos 3,5 Kms num percurso algo técnico a que se siguirão algumas pequenas subidas e descidas até ao 1º abastecimento.
Rolar e descer é o que se segue, com mais um abastecimento pelo meio, para ao Km 39 voltar a subir mais 240 metros.
Os derradeiros Kms até Minde serão também bastantes rolantes com uma passagem num dos pontos mais bonitos de todo o PNSAC com vista espectacular para a Vila de Minde, Mira de Aire e para o Polje.
Ao chegar a Minde irãi finalmente passar na zona histórica até à meta com a já famosa descida a lembrar o famoso DownTown (Downhill Urbano).Depois...
Venha o banho e o almoço. Força e boas pedaladas!!!"



isto é o que me espera no próximo domingo pelas 9 da manhã!!
se sei no que me vou meter, axo que nao!
ha quem diga diga que uma prova destas merecia 6 meses de preparação, pois bem, eu treinei-me durante duas semanas e com falhas. por isso escrevo antes da prova, nao faço a menor ideia de como isto me vai correr, e, se terei motivos para fazer uma cronica sobre a prova, assim limpo-me já caso isto dê pó torto!
mas pelo menos tou entusiasmado por ir participar na minha primeira prova montado numa bicicleta, talvez preferisse fazer uma de DH mas infelizmente acho que tenho mais condições de fazer uma boa prestação num raid de XC do que no DH. (talvez um dia, talvez na avalanche 2009 da Lousã- não é meninos?)

fica ai o link
http://www.minde.eu/btt/2009/09_raidbtt.html


abrçs
jay

segunda-feira, 1 de junho de 2009

helmet cam


Enquanto não chega o filme "em que parece que até andamos depressa",aqui fica uma nova perspectiva dos marretas com a helmetcam do Tó...


quarta-feira, 27 de maio de 2009

as matinés (que já não são do X)

As matinés ( que já não são do X ) , em que o "X" também se lê "cross", numa alusão às miticas tardes de domingo no x-club, mas também indicando as actuais voltas com menos pedal. Agora que os dias solares o permitem temos ido até Belas, que com os trilhos bem pisados e renovados por várias equipas de trailbuilders que por lá andam (nós incluidos) se tornou num verdadeiro "mini bike park", que pouca gente descobriu.


Covas, no 1º drop do trilho dos marretas




Telmo na "ponte" - trilho dos fetos





Sub - trilho dos marretas




segunda-feira, 25 de maio de 2009

37 pró Castelo

Pois é, mais um "eL DêTê" aconteceu este fim de semana, desta vez em edição comemorativa dos seus 10 anos. Quem esperava uma edição especial ficou certamente desiludido, pois o mitico "car gap" desapareceu, tivemos menos nomes sonantes que o habitual e o vencedor foi o mesmo de sempre. Mas festa fez-se de qualquer maneira com os 37 pilotos presentes! Mesmo que os stewards não tenham apitos, estamos lá nós para assobiar.




Este ano decidimos ir apenas ver os treinos e ver a final no conforto do lar, em directo na RTP2. Foi o melhor que fizemos. conseguimos andar de um lado para o outro sem problemas, tirar boas fotos e falar com os pilotos, especialmente o Jay, que depois de adoptar o Bryceland (não sei que palavras trocaram mas ele e o miúdo ficaram grandes amigos) foi falar de metereologia com o Pombo e anteviu logo que "este era o ano dele". O Pombo agradeceu, não quis desiludir e foi mesmo o melhor tuga no LDT.



Também estávamos interessados na prestação do Mick Hannah, depois de ter partilhado com o pessoal a curiosidade de que a mulher dele (nome de casada - Hannah Hannah) foi a primeira senhora a sacar um backflip em roda 26".





Claro que depois de um dia inteiro a respirar bikes, chegámos ao fim da tarde cheios de vontade de ir fazer umas descidas, e eu e o Covas pegámos nas bikes e fomos para Belas. O Covas, que tem o canhão à espera de um dropout, anda agora com uma bike emprestada pela Amazing no valor de 4000? - Corratec Bump Force. Bem gira, diga-se de passagem. Levezinha e com um bom curso, não se negou a nada. Fizemos as linhas obrigatórias, e só não fomos ao trilho do Carlos. Já no final da volta, a minha guia de corrente soltou-se e ficou a nadar na pedaleira. Já era muita ida a Belas sem haver estragos, mas o Covas esteve hoje à tarde a arranjar-me a bike. Meus amigos, já não se leva a bike ao mecânico, leva-se o mecânico à bike.





E agora um pequeno comentário sobre a "noticia do momento" : as pistas da Malveira estão para ir abaixo. Se por um lado não me sinto com autoridade moral para falar, pois apenas fui a uma manutenção promovida pelo CPFR, por outro, como cidadão, sinto-me em pleno direito. Como sabem, quem no passado sempre esteve contra a abertura de novos trilhos - o PNSC -está do "nosso" lado e consagrou o direito à pratica de FR no parque natural na Carta de Desporto na Natureza há cerca de um ano. Quem agora nos quer fora de lá é a camara de Cascais (dona dos terrenos), pois parece que incomodamos os moradores em ano de eleições. Com que direito, meia duzia de cidadãos fazem valer a sua vontade sobre as centenas de cidadãos que frequentam e as dezenas que melhoram aquele espaço para a prática desportiva à conta de muitos litros de suor?? Será que o direito deles de estarem em isolamento na floresta nas suas casas palacianas se sobrepõe ao direito dos restantes praticarem desporto ali? Praticar desporto caraças, não vamos para ali pegar fogo a nada, fazer patuscadas, tocar tambores ou apanhar bezas...! Não nos tiram dali assim, sem fazermos barulho.


segunda-feira, 18 de maio de 2009

in case of emergency dial 661

Sabem aquele tópico do FRZ… “Material assassinado e espalhos”? Resume bem a nossa manha de Sábado. Isto quanto mais tempo ficamos sem andar, mais custa o regresso, e parece que um gajo se esqueceu do pouco que sabe. Mas o que interessa é que fomos, e se por um lado o Covas anda com uma nuvem negra por cima, eu ando com um sol radioso. Vamos lá ver quando é que me calha uma insolação…


a mascote... é pena que não dê sorte nenhuma!


Mal chegámos à Malveira percebemos que algo de muito errado se anda ali a passar: dois fds consecutivos em que o Jay espera por nós. Tamanha improbabilidade deveria ter-nos alertado para o que estava por vir, mas mesmo assim fomos descer animados e crentes de que tudo ia correr bem. Logo na 1ª descida, fui eu e o Covas pelo ride the lightning, com o Covas à frente. Até estava a dar gosto de o ver a comer a trialeira sem problemas, a fazer um granda trabalhinho de pernas a amortecer aquilo tudo. 2ª secção sempre a abrir, os dois todos largados por ali abaixo, a curtir à grande. Na 3ª secção, depois do relevê grande vejo o 1º espalho do dia que custou um dropout ao Covas e consequente imobilização da plunder o resto da manhã. Mais um espeta motivado pelo “pé de fora em baixo” que tanto tenho apelado aos meus companheiros. Aquelas milésimas de segundo em que quem ainda não automatizou o movimento fica a pensar “esquerda, direita, esta esquerda ou a outra” continuam a custar umas quedas. Resultado: logo na 1ª descida ficámos sem um canhão e com o Covas que só fez 1/2 descida (ficou com o desviador pendurado e não tinhamos quebra-correntes) a sonhar com aterragens suaves e com os “zero skills” exigidos pelos saltos em queda livre...


"o covas não vem aí"


Depois, fui eu e o Jay, descidinha limpinha e sem quedas, com a 1ª secção quase sem erros e sempre a ouvi-lo coladinho a mim. Na 4ª secção, eu continuo a evitar os shores mas um dia destes lá terá de ser (“é um handicap muito grande”). De seguida, desceram o Covas e o Jay, que descobriram uma nova linha, encostada ao shore/skinnie/baloiço novo que la andam a fazer. Estavam acompanhados por um rapaz que lá conhecemos, o Hugo, que lhes ia dando um alento extra para se mandarem aos obstáculos.


Hugo e Jay


Depois de uma paragem para reabastecer com umas arrufadinhas, fomos novamente fazer umas descidas, e o Covas foi-me mostrar a tal linha nova. Ele avisou-me que o terreno estava ainda muito virgem. Realmente, o trilho ainda está pouco pisado (talvez porque ainda está fechado!) e o chão fofo tira muita velocidade - mas ainda bem - porque numa dessas zonas o Covas caiu de costas no espaço entre umas pedras e um cepo mal cortado. Quando vi onde ele estava confortavelmente deitado a pergunta “estás bem?” impunha-se, porque se tivesse caído 2cms para qualquer um dos lados, certamente as consequências teriam sido outras. No drop que antecede os voadores, o Covas manda-se novamente à maluca, e quando já eu pensava “bem, assim sendo eu também vou fazer” deu-se a queda do dia – o Covas não conseguiu chegar às manetes de travões (afinadas para as manápulas do “Jay Phelps”), foi direitinho contra uma acácia em full power e mandou um voo daqueles mesmo aparatosos. Ao primeiro “estás bem?” o Covas respondeu que sim, ao segundo respondeu que “não sei” e ao terceiro foi “espera aí que já te digo”.


se soubesses o espeta que o covas mandou não tavas a filmar...


Na descida seguinte, fui com o Jay, tudo muito limpinho até se chegar aos shores. Quando eu estava à espera no final da secção, vejo um granda Jay a voar descontrolado lá mais atrás… tinha ficado com um pé preso num dos retentores de terra! Mais uma chamada para o 661, uma direcção com um bocado de folga (que já vinha do espeta do Covas contra a acácia), mas nada que o nosso mecânico não tenha tratado na hora.


capacete sem pala "john tomac style"


Continuando a epopeia, na descida seguinte o Jay à frente e eu atrás, bem coladinho, porque tendo em conta o histórico recente, alguem ia cair, e queria estar la para ver e para depois perguntar se "está tudo bem". Felizmente a história não se repetiu e o Jay não caiu mais e os gajos da 661 puderam descansar. Depois destes dois fds em que vi tantos tralhos aparatosos dos rapazes e não me calhou nenhum, sinto-me um bocado excluído, mas como alguém disse e bem, geralmente quando me espeto dá direito a raio-x.

"crise? qual crise?"


Continuamos é com o grave problema de transporte... com a spacestar só dá para três, e ja temos saudades de fazer ali umas descidas com o resto do pessoal. Continuamos à procura de uma carrinha por 1000€, mas não tem estado lá muito fácil de encontrar uma coisa em condições: a única que fomos ver, o dono disse que tinha vergonha de a ligar assim a frio por causa do fumo...



sábado, 9 de maio de 2009

crise? qual crise?


Depois de tanto tempo como leitor, foi hoje que decidi ser também autor de um post (espero que vos dê tanto prazer e entusiasmo a ler, como eu tenho e sinto quando leio um dos vossos). Se desde o início tenho sido um dos maiores contribuintes nas campanhas da GAS, a pergunta que se impõe é, porquê postar logo hoje?


Dou-vos duas pistas, vencer a inércia que um corpo de 1,88m e 93kg necessita nem sempre é fácil, e quando se consegue temos que canalizar os esforços para assuntos tidos como prioritários, do tipo alimentação, satisfação de necessidades fisiológicas básicas, carregar no botão do comando, esse tipo de cenas…a outra pista que vos deixo é que hoje relembrei-me do quão divertido o downhill pode ser – e esta sim é a verdadeira resposta á minha pergunta!


Quem costuma raidar comigo sabe que nos últimos tempos atravessava uma crise de confiança acentuada, fruto de mais dois ou três valentes baptismos por essas pistas fora, e isto é tão verdade que até numa prova de 60km me inscrevi, sim sou eu o autor da expressão “tou mais virado pó cross”, mas meus amigos e colegas raiders, acho que hoje virei a pagina da crise de confiança que me seguia desde a altura das minhas queridas e saudosas (ate hoje) chuvas, que tão deslizantes e escorregadios deixavam os trilhos malveirenses.


Como já não descíamos os três juntos (sub, covas, e eu) á uns valentes meses decidimos subir a serra a pé para matar saudades. Em boa hora o fizemos, porque conseguimos ver que a luta naqueles lados não pára, e ainda bem, a não ser que sejas uma acácia! Assim e a duas secções do inicio da pista pusemos os capacetes e decidimos descer! Foi uma descida controlada até porque nenhum de nós descia á uns tempos e isso sente-se e de que maneira! Após umas semanas a andar com outra máquina, ainda por cima numa rígida, aqueles 1ºs metros de trilho foram como se tivesse numa bike totalmente nova. Mas foram sensações que duraram pouco, á medida que ia passando pelos micro-ondas e dropando obstáculos começava-me a lembrar das suas reações e do seu feitiozinho temperamental. Como dois amantes que não se vêem á algum tempo, e se encontram casualmente num café, o próximo passo seria monta-la á séria!


Decidimos voltar ao método spacestariano e lá fomos nós serra a cima, sendo eu o primeiro condutor do dia! Desta forma calhou ao sub ser o padrinho do nosso stoxx no “ride a lightning” e pelo que sei foi um baptismo memorável, mas deixo essa crónica para um dos seus participantes. Assim que chegou a minha vez de descer, começamos logo bem, e conseguimos fazer tudo limpinho o que me deu uma moral extra para o resto daquela descida. A esta altura já nem me lembrava da crise de confiança. Crise? Só mesmo a económica!


Com tanta moral, no meu caso especifico normalmente só há uma saída, e é rezar para que não seja muito dolorosa! Para vos tranquilizar desde já, adianto-vos que apenas me aleijei na pontinha do dedo anelar da mão direita, digo-vos que foi uma sorte do c#**#” so me ter aleijado aí. Vinha louco (quando somos nós parece que vamos sempre a 300km\h) na zona dos degraus, e no último perco o controlo da menina, ainda tento desviar-me duns cepos encostados ao lado direito da pista mas esqueci-me que a seguir tinha uma árvore, só tive de tempo de fechar os olhos e pensar; este vai ser dos fodidos! Acho que foi a 1ª vez que fechei os olhos á espera do embate, mas quando estou á espera dum BUM CATRAPUM PUM PUM, surge um silencioso.... já está???? Não foi assim tão fodido! Uns raspões, uma dormência no dedo e tá bom, agarra na bike e vamos continuar que isto hoje ta muita bom! Continuei a descer com um sorriso parvo que nem um dos espetas com mais velocidade que tive conseguiu arrancar! Na descida seguinte o registo continuou e continuei a morder os calcanhares de quem quer que fosse á minha frente, acho mesmo que, se fosse o Pastrana á minha frente também ele levava uma buzinadela para sair dali que me estava a atrasar as cronometragens. Tempo ainda para sacar o melhor table que alguma vez consegui sacar, e que mais pica me deu fazer! Ainda vinha no ar e já estava aos gritos!! Foi mesmo bacano!


Não posso deixar de dar uma palavra de grande apreço e de admiração ao nosso stoxx que após uma longa paragem voltou ás descidas e já com um ritmo bastante apreciável e nada espectável para quem tava parado á tanto tempo. Mas pelos vistos tudo o que for feito a menos de 250km/h e abaixo dos 4km de altura já não dá pica!


E assim se fez mais uma manha nos trilhos da Malveira, e que manhã! onde mais uma vez a boa disposição reinou!


Crise só mesmo na bolsa!


"malcheirosa e de feitio temperamental"

abrç
jay