segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Muppets show!

Isto ultimamente tem sido rico em novidades, e para além dos "Marretas" estarem a ganhar forma, houve outra coisa que também ganhou forma... temos mais uma espanhola na família: Mondraker Plunder R. E que canhão que é. A "rotulagem" da bike no site oficial é bem explicita: Extreme Freeride. Mais nada, é mesmo assim. Toma lá, agarra nela e "Welcome to Utah".


Pró ano... rampage?


Eu, que tinha estado doente durante a semana não resisti ao apelo do Covas de ir experimentar a máquina nova, lá fui... a antibiotico e brufen e com umas amigdalas do tamanho de bolas de golfe, mas fui! Ainda estivemos a cavar um bocado, a montar mais um tronco no drop para a 2ª secção, e a preparar as coisas para o shore que passa em cima da vala. Mas o que queriamos era mesmo experimentar o canhão!



Test drive "2 em 1" - Nova bike num novo salto


O Covas foi estrear a sua nova máquina e regressou logo de sorriso montado. Andava ali um bocado a cavar, depois fazia uma descidinha e depois voltava ao trabalho. A seguir foi a minha vez e logo na 1ª descida deu logo para perceber que está ali bicicleta que nunca mais acaba... é dropar para flat com ela e nada, não se passa nada. E quando tiver uma suspensão mais adequada temos ali a "ultimate freeride machine". Parabens meu velho, que grande negocio que fizeste!!! Claro que com um brinquedo destes nas mãos, a vontade de cavar foi sendo cada vez menos e o fim da manhã foi só curtir e tirar umas fotos para eternizar o momento.



"deixa lá dar aí uma voltinha"



Neste ultimo fim de semana, voltámos à carga lá nas obras, esta semana voltámos a contar com o JP. Almoçámos bem cedo no Sábado e ao meio dia e picos já lá estávamos. O objectivo do dia era muito claro: fazer o shore por cima da vala, que fica apontado ao drop para a 2ª secção. Lá fomos, munidos com mochilas, comida, serrotes enxadas, e com os canhões (desses e dos outros). Eu continuo a achar que quem nos vê passar fica um bocado intrigado com aquilo... "quem serão aqueles agrociclistas?" ou "Será que são pastores newschool?" ou "Olha, aqueles vão cavar de capacete".

operários da reforma agrária



Chegados ao spot começámos logo a trabalhar, e num sincronismo perfeito: eu andava a mandar umas arvores abaixo, o JP a serrar à medida e o Covas a pregar. Apesar de ainda ter dado tempo para se irem fazendo umas descidas, estava tudo cego com o objectivo de terminar aquilo. No fundo, muito cedo percebemos que aquele shore ia tornar tudo diferente, e que o "dropzinho" feito com velocidade, já não era "dropzinho" nenhum...


take'em to the bridge



O Covas teve a tarefa de ser o test driver (ou test dummie se aquilo caisse), e a partir dali foi começar a abusar. Ainda fomos fazer umas descidas desde lá de cima, mas o petisco do dia era mesmo aquele drop. Depois de uns saltos a correrem bem e com a confiança em altas alguem disse "vamos lá subir a fasquia" e começaram-se a fazer saltos sem levar a mão aos travões. Estava lançada a parvoice, que só acabou com um grande tralho do JP, praticamente já no flat, que para além da queda ainda levou com a bicicleta na frente do capacete. Isto tudo sem colete, nem goggles... foi a 1ª vez que vi o JP a precisar de "esperar um bocadinho" até tirar o capacete (que tinha umas marcas valentes), mostrar as mazelas e levantar-se com esforço. Foi arrumar as coisas e vir embora que o dia já estava "feito"...

"vamos la elevar a fasquia"

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

trilho dos marretas

Já tem nome!!

É quando menos se espera que surgem os momentos de inspiração... No Sábado voltámos à reforma agrária em Belas, e depois de já nos ter assolado a questão "Qual o nome que vamos dar ao trilho?" o Covas começa a dizer que "este trilho é uma comédia, tem uns 6 saltos em 300 metros, isto parece o trilho dos marretas, mas ca granda palhaçada que aqui vai". E o que parece, as vezes é! Ou melhor, passou a ser. Trilho dos Marretas. Nem mais, está perfeito.


"Este trilho é mesmo uma comédia"


O problema é que são mesmo dois marretas que lá andam e aquilo está com uma engenharia de muito fraca qualidade. Ainda nos aventurámos a começar a fazer o que seria uma curva com releve. Que comédia... para começar ficou praticamente na recepção de um salto, depois, na primeira tentativa saí logo por cima do suposto releve, na 2ª tentativa o Covas caiu, e à 3ª tentativa, começámos foi a desfazer aquilo antes que alguém se aleijasse.


Mais um test drive... não pode ser só cavar!



Depois disto, começámos a fazer... mais um salto. É um dropzinho para a entrada da 2ª secção, que à medida a que se for aumentado em altura se vai transformar num drop a sério. Quando fomos ver as horas começa a tocar a sirene do meio dia, mas pelos menos aquele tinha de ficar terminado e testado. Para a semana vamos fazer a 1ª estrutura de madeira, que vai atravessar a vala e fazer a saida da 1ª secção. A avaliar pelo sucesso que foi a engenharia deste ultimo dia, aquilo deve cair nas primeiras 3 passagens...



É isso bro, aproveita enquanto não cai...




domingo, 2 de novembro de 2008

reforma agrária

Pois é, agora que temos uma burra a menos, enquanto não se resolve o "problema" na Curve R, sobram mãos para cavar, e fomos finalmente com as pás e as enxadas para a reforma agrária na mata de Belas. O Covas e eu andávamos com umas ideias para um mini trilho, com o início nas colmeias, que descesse para o lado Sul passando pelo aqueduto (que a seu tempo vai ser transformado num table). E foi com este desenho mental que lá chegámos, e as condições eram ainda melhores do que nós pensávamos. Não há por ali muita vegetação, há muitos saltos naturais, e praticamente foi só dar uma limpeza nos sítios onde vai passar o trilho.


o primeiro test drive


Almoçamos bem cedo no sábado e por volta da
s 13:30 já estávamos a pegar nas ferramentas e na minha bike para irmos lá para o spot. Ao fim de umas 2 horas, já tínhamos umas centenas de metros cicláveis, a aproveitar 2 saltos naturais que lá estavam e que foi só dar uma actualização cosmética nas recepções. Lá mais para o meio da tarde, apareceu o Jay que tinha ido buscar a bike à Decathlon... tinha ido lá para sangrar os travões e saiu de lá sem travões de todo.


desde os tempos de liceu... é sempre o último a chegar!


Enganam-se os que pensam que a partir daí tivemos mais um par de mãos, porque o trabalho mais duro da tarde estava já quase feito menos o enchimento de um drop, no final da 1ª secção, que quando o Jay chegou já ia a meio. Mas soube b
em ter ali alguém a picar a terra para se tirar mais facilmente com a pá! Mesmo no cair do pano, ainda apareceu o Carlos que também anda num projecto de trilho que vai fazer de alternativa para Norte no trilho do CDBelas. E parece que já há shores de 15 metros...

drop 2 flat(!)


Quanto ao trilho propriamente dito,
ficou praticamente desenhada a 1ª de três secções. Estes primeiros metros são muito rápidos e fluidos, se calhar até fluidos demais. Na abordagem ao salto maior tem de se tirar muita velocidade, porque se não, vão haver ali voos à Pastrana. Enfim, o trilho está a pedir umas curvas rápidas com releve, mas primeiro vamos desenhar a linha toda, ver como fica e fazer as alterações que formos achando necessárias e que só se notam quando lá passarmos umas vezes de bike.


Carlos . Covas . Jay

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Status: Killed in Action


Pois é meus senhores, o DH de Belas continua a fazer baixas… e quando poupa os pilotos, ataca o material.


Era Sábado de manhã, e estava um dia lindo, perfeito para ir dar uns saltos e fazer umas descidas. Lá fui com o Covas até Belas fazer a “voltinha do costume” logo pela manha. Depois da passagem por algumas das zonas obrigatórias da mata de Belas, subimos até ao marco geodésico para fazer o trilho de DH. Até que começou tudo bem, com os 2 primeiros saltos muito limpinhos e com a trialeira sem oferecer dificuldades. Chegados ao drop da pedra, resolvemos parar, pois tínhamos indicação de que anda lá pessoal a finalizar um trilho alternativo. Procuramos o tal trilho, mas não encontrámos nada. Ou nos deram indicações erradas, ou a tal alternativa ainda não chegou ali…


Depois de varias quedas por ali abaixo e de uma descida muito fraquinha, resolvemos voltar a subir para fazer mais uma, desta vez pelo “trilho do deserto”. Quando chegámos à zona do “duplo do punhetas” parámos para reagrupar e quando nos preparávamos para mais uma secção, eis que nos apercebemos da desgraça que estava ali montada: o Covas começa a queixar-se de que “está aqui alguma coisa esquisita na bike”. E realmente tinha razão, a coisa esquisita era só o quadro partido, entre o tubo superior e o tubo da direcção… nem queríamos acreditar no que víamos. Já tínhamos ouvido falar que primeiras Curve tinham tendência a partir, mas custou muito confirmar a veracidade do boato. Foi um final de dia muito triste e mais uma vez, saímos da mata de Belas com uma das bikes pela mão...



K.I.A.






segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Kona do pai

Dizem que os homens pensam muito em sexo. Até é verdade, mas por vezes a má interpretação das palavras também pode levar a uma ideia errada. Quem ouvisse as nossas conversas de sábado de manhã podia ficar com a sensação que estavam ali uns gajos com problemas sexuais, mas não. Estávamos eufóricos, mas era por causa da Kona do JP. Ainda ninguém a conhecia e estava tudo curioso de ver como era. Não defraudou as expectativas e tenho a dizer que é uma linda Kona, muito flexível e com um grande curso de traseira. Dizem que é “stinky”, mas não há cá Konas mal cheirosas. Como qualquer Kona que se preze, fez-se difícil até finalmente se entregar ao novo dono, como explicarei mais à frente… (depois deste bocadinho a explorar a mais antiga piadinha do “BTT” português, vamos mas é ao que interessa)



Kona do avesso



O Jay tem uma bike nova, uma Kona Stinky. E que parto difícil que foi… a 1ª tentativa de envio falhou, e depois de ter voltado ao antigo dono porque o peso / medidas excediam os limites dos CTT, na 5ª feira à noite lá entregaram o famigerado “postal” ao Jay a indicar que tinha uma encomenda nos correios. Depois da suada vitória do SLB, não podia haver melhor noticia. O problema é que na 6ª feira, não estava nos correios. E não só não estava lá, como ninguém sabia onde estava. À hora de almoço, já o JP estava a ficar um bocado em pânico com a coisa, e decidi ligar para os CTT para saber “onde estava a bicicleta do meu atleta, que tinha uma prova amanha, já estava inscrito e com o seguro pago”. Posso não andar um corno, mas o papel de manager assenta-me que nem uma luva!! Lá para as 19h lá disseram ao JP que lhe iam entregar a bike a casa, mas que tinha de pagar em cheque. Mais um filme… lá se arranjou o cheque e quando chegou o carteiro, afinal era para pagar em dinheiro. Felizmente não foi impedimento, e o novo brinquedo ficou no novo dono.



"A minha Kona é linda, não é?"



No Sábado, o Jay levou a Kona a conhecer as novas amigas, e fomos todos para a Malveira. Claro que o Jay estava com um daqueles sorrisos que um gajo quase que paga para ver. Ficou um bocado triste de ser logo ele a ficar com o “mini bus”, mas já se sabe que na Malveira, o ultimo a chegar é sempre o que se lixa. Na 1ª descida fui eu e o Telmo, mas aquilo foi muito a medo, já não íamos à Malveira desde aquele fatídico dia com o pessoal do CPFR que se saldou em muitas mazelas, especialmente na confiança e auto-estima! A seguir lá foi o JP com a sua menina. Não me lembro bem do que ele disse quando chegou lá abaixo, mas foi qualquer coisa no sentido de “isto é outra dimensão”. Fizemos mais umas tantas descidas, cada vez se estava a andar mais rápido e claro que as quedas tinham de aparecer (sem consequências). Apesar disso, o dia acabou em grande, com o Jay a mandar-se sem medos ao 2º voador. Estava eu com o carro cá em baixo quando aparece o JP assim do nada, com um sorriso que dava para ver atrás do capacete… só podia ter sido uma “descida louca”. Gostei mesmo de ver, imagino quando estiver com os travões afinados!! Temos um rider com a confiança no máximo. Desaconselho vivamente os restantes a tentarem acompanhar este menino durante os próximos tempos… o rapaz está com fogo na Kona. Parabéns pela aquisição meu velho!!!



"Jay, olha aí que tens a Kona no chão"




No Domingo fui com o Covas até Belas. Foi a voltinha habitual, a passar nos spots e saltos “obrigatórios” lá da mata de Belas, até chegar ao marco geodésico onde começa o trilho de DH. Andámos lá a fazer uns saltos até que resolvemos descer o trilho todo de seguida. Eu tinha avisado que aquele trilho de Belas ia fazer umas baixas, o que eu não previ é que ia tocar tantas vezes ao mesmo. Depois de uma queda aparatosa na semana passada que me rebentou com a transmissão, eis que regresso ao meu spot preferido: o chão. E regressei cheio de pressa e cheio de slopstyle, tal foi o “frontflip no foot”… magoei-me um bocado, mas nada de ortopédico. Na descida seguinte, foi a vez do Covas cair na recepção do salto da árvore. A queda foi tal que o guarda florestal saiu lá da casinha para ver se estava tudo bem, e felizmente estava. Para finalizar, na “descida do deserto”, furei e a partir daí deixei de andar de bicicleta para andar com a bicicleta. Enfim, teria sido um dia terrível não fosse o facto de termos saído de lá a fazer um salto que ainda não fazíamos…




Não queria terminar este post sem desejar ao Jay uns grandes rides com a nova máquina. Custou, mas foi, e é mais que merecida!!



Abraços,

Sub

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

On tour again

Mas que grande Sábado que foi!!

Ainda ando a fazer “descidas mentais” pelos trilhos da Serra da Estrela sempre que adormeço. Ainda não tinha ido a turma toda junta lá acima, e foi um espectáculo. Só pecou por ter sido tão pouco tempo.


Objectivo: descer a partir do ponto mais alto de Portugal.

Não fazemos a coisa por menos...



Arrancámos na 6ª feira já um bocado tarde porque ficámos todos à espera que o Covas acabasse de “comer a sopinha”. Já ouvi chamar-lhe muita coisa, mas sopinha nunca. Enfim, foi perdoado porque ia ficar afastado da namorada durante dois dias e geralmente é o Covas que espera por toda a gente, mas entretanto havia dois desgraçados a desesperar em minha casa e outro a desesperar sozinho… o Jay já não me conseguia ver a andar de um lado para o outro, tipo macaco enjaulado. Chegado o Covas e o Rui, foi arrumar as 4 bikes na carrinha e arrancar, rumo à A23. A viagem fez-se sem sobressaltos e chegámos à Vila do Touro por volta da meia noite. Instalámo-nos e ainda fomos cozinhar umas pizzas para o dia seguinte. E ficou o aviso de que o dia seguinte começava as 7 da matina…


Toca o sino na torre da igreja... Pack your things gentlemen!



No Sábado, cumpriu-se a promessa e às 7 da manhã alguém gritava “ALVORADA” lá em casa, ajudado pelo sino da igreja que toca uma linda versão do “Avé Maria” todos os 30 minutos. Não imagino melhor forma de acordar… Apesar das horas, o humor andava em alta naquelas bandas, ajudado certamente pelo cheiro a “cofee shop”. Com o pequeno-almoço tomado, lá seguimos em direcção à Torre, ainda com tempo para um café em Manteigas. Na torre ainda andámos um bocado sem perceber onde é que era para se adquirir o “passe” para a telecadeira, mas resolvido esse embrulho, fomo-nos equipar e finalmente começar a descer.



three men down, untill there's no men left


Tínhamos connosco o Rui, que acabou por ser a grande revelação do dia, equipado com a minha Wheeler de XC. Ainda tentámos alugar uma Nitrous que lá estava, mas o desviador partiu-se após 20 metros de descida, pelo que a Wheeler voltou à cena. O Rui lá fez o trilho connosco, a uma velocidade moderada, mas para quem raramente anda de bike e para quem estava montado numa “XC Racing” esteve mesmo em grande. E ainda chegou lá abaixo a dizer “isto é cá uma adrenalina”… eu bem digo que o gajo tem aquela fisionomia à Vouilloz: baixinho e compacto!!



As primeiras descidas foram para ver as pistas. A confiança andava muito por baixo, mas à medida que se ia acumulando descidas, começámos a esticar o andamento e no fim da manhã já se andava muito rápido e fluido e só um duplo é que andava a fazer um bocado de comichão, porque os restantes obstáculos já tinham sido ultrapassados, com mais ou menos destreza. O Jay apesar de estar numa rígida estava soltinho, eu a partir do meio do dia comecei a esticar a corda, e até o Covas, que via-se que estava num “mau dia para morrer” e queria era não cair, andou a mandar-se aos saltinhos que lá havia. Mesmo assim, protagonizou um incidente (que felizmente não se transformou em acidente), quando atravessou a uns 40 kmh um rebanho de ovelhas que estavam a descansadamente a pastar... no meio da pista!! Era ovelhas a correr por todo o lado...


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Mais um slow motion patrocionado pela G.A.S.



A meio da tarde o cansaço começou a apertar e o Rui foi até ao carro comer (umas pizzas, claro…). Ainda tive tempo para furar, como não podia deixar de ser, mas foi a troca mais rápida que alguma vez fiz… devo ter trocado a câmara nuns 3 minutos. A paragem forçada deu umas forças extra e saí da “pit stop” completamente cego, largado para a que seria a minha “descida louca” do dia. Foi tudo no máximo e só um duplo é que me ficou atravessado. E ainda ouvi umas palavras de incentivo vindas da telecadeira onde já estavam a subir o JP e o Covas.



gently down the stream



As 5 da tarde, estávamos completamente exaustos e os braços não aguentavam mais. Ainda fiz mais uma descida só com o JP e depois disso foi encostar à box, porque é geralmente nesta fase de cansaço que as desgraças acontecem. A viagem de regresso à Vila do Touro foi dura, e já só via era um banho quente e um arroz de farinheira à minha frente. As 11 da noite já toda a gente ressonava forte e feio…


"Então? Fazemos mais uma? Mas não é dessas pá!!"



No dia seguinte lá acordámos com o sino da igreja, desta vez com uma música diferente que é para avisar que há missa. Definitivamente, as pessoas dali devem detestar dormir, ou têm horários muito estranhos… Lá nos fomos levantando, e parecia que os papeis se tinham invertido: o JP era o mais desejoso de se vir embora e eu só queria era prolongar a minha estadia ali ao máximo. Eu e o Covas ainda fomos fazer umas descidas lá na Vila do Touro, com o JP e o Rui na carrinha. Ficámos impressionados com o facto de que as pedras que tínhamos lá deixado há uns meses atrás, em equilíbrio precário, a sinalizar um salto natural estavam precisamente no mesmo sítio, o que comprova a grande actividade que há ali no meio dos montes. Depois de duas boas descidas e de um banho tomado, arrumámos as tralhas e metemo-nos a caminho de casa.



Sad but true: de regresso a casa...






quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Summer time

Olá a todos. O pessoal tem andado arredado aqui do blog, mas por bons motivos: FÉRIAS!!!

Mesmo com o apelo da praia, e com os dias a pedirem qualquer coisa menos o capacete integral e as protecções, ainda deu tempo para "mandar aí umas descidas".


à procura do trilho perdido...


Numa dessas incursões, fui com o Jay ver a pista do Turcifal, na Serra do Socorro. Dar com o fim da pista foi muito fácil, o problema foi dar com o inicio. Como tínhamos aquilo tudo só para nós, fomos subindo pelo trilho a pé. O problema é que na zona do meio, onde há uma mata de eucaliptos (que posteriormente vim a saber que pertence à Portucel) os trilhos tinham sido parcialmente arrasados por uma máquina que andou a limpar a mata. Apesar de terem sobrevivido alguma estruturas da prova da Taça que houve la no inicio do ano, havia muitas secções em que só com imaginação se via a pista. Ainda se fizeram umas descidas, a fazer vaivém com a carrinha e ainda deu para curtir pois o final da pista é muito rápido... mas com aquilo interrompido lá a meio e sem dar com o inicio do trilho, saímos de lá um bocado desiludidos.


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Parece "slow motion"... mas não é.


Num outro dia, combinei com o Carlos e com alguns amigos dele ir até ao Jamor. Como o tempo era escasso, chegámos lá às 8:30 e foi logo começar a andar. Lá andámos a "fazer umas linhas" que já conhecia e fomos aos 2 roadgaps mais pequenos (que tantas saudades deixam ao Telmo). Tinhamos todos mais ou menos o mesmo andamento e só era preciso mandar-me primeiro, que já sabia que atrás de mim vinham mais dois. Depois disso, fomos até aos "courts" beber um cafezinho, e daí arrancámos para o lado do estádio Nacional. Quando cheguei à zona (que para mim era desconhecida) comecei a reconhecer certas partes e pouco a pouco fui percebendo que estava nos trilhos que tinham sido usados na Taça do Mundo em 1996. Foi uma manhã engraçada e ficou combinado que a próxima volta seria a Monsanto (ou como diz o Carlos, "o Meu Quintal") ou então até à Malveira que tem muito mais dificuldades para oferecer.


Os companheiros do dia de "enduro"


Para além destas voltas, tenho ido até Belas dar umas voltas. Para quem ainda não sabe, estão a haver obras a escassos metros do trilho de dh. A estrada de alcatrão está cortada partir da curva da torre de vigia e o resto da subida tem de se fazer a pé. Para já, não me parece que as obras venham a afectar o trilho, mas com tanta actividade ali na zona fica aberta a hipótese de se abrir um trilho novo desde o marco geodésico ou um bocado abaixo disso aproveitando as primeiras secções do trilho do CDBelas. A altura é boa, pois devem estar a aparecer as 1as chuvas de final de verão, e com as obras ali, podemos fazer o barulho que quisermos que duvido que alguém nos oiça com os camiões a passar. Para além disso, as obras implicaram um abate massivo de eucaliptos, e está ali madeira que nunca mais acaba para fazer uns shores (baixinhos, que eu tenho vertigens!). Comé TC? Vamos começar a pensar nisso?


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o spot aqui ao lado de casa...



Para acabar, está-se a combinar um "tour" até à Serra da Estrela no fim de semana de 20.09. Havia outras hipóteses em cima da mesa (Guimarães, Lousã ou Manzaneda), mas tendo em conta que a A23 não se paga e que o alojamento também não, deixamos os outros "voos" para os fds grandes de Dezembro...

quarta-feira, 4 de junho de 2008

O "mini road gap"

Fomos finalmente ver as tão badaladas pistas de FR do Jamor. A primeira incursão foi Sábado de manhã com o Covas. Estávamos muito limitados em termos de tempo, por isso as 8:30 da manhã já se andava.

Logo quando estávamos a subir pela 1ª vez, fomos adoptados por dois miúdos que por lá costumam andar e que devem ter achado graça aos dois cotas de capacete integral mas que que paravam para medir saltos de meio metro. Assim, com a ajuda do Pedro e do "Meiínhas" que começaram por nos tratar por "Sr. Tiago" e "Sr. Nuno", fomos conhecendo as várias linhas que há no Jamor. Apesar de serem descidas muito muito curtas, há uma grande abundância de "obstáculos por metro quadrado". Desde saltos com 30 cms a duplos com 2 metros, há ali um pouco de tudo e para todos os níveis de andamento. Fomos depois visitar um "mini road gap" pelo qual me apaixonei perdidamente. Acho que passava ali o dia até me cansar ou até cair, depende do que viesse primeiro. Pois foi nesse saltinho da tanga que o "Meiínhas" se mandou para o chão e ficou com a bike impraticável. Muita sorte teve o rapaz, porque nem luvas tinha, só mesmo um capacete. "Luvas? Epá deixei em casa, é sempre na boa". É o espírito quem tem uma vida inteira pela frente a fazer lembrar tempos em que um gajo partia um pulso e ficava chateado porque tinha sido no Verão, o gesso fazia calor e fazer praia era com um saco de plástico à volta do braço...


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Com calminha que já sou quase master30...



Na parte da tarde, já tinha combinado ir dar uma volta com o Telmo e acabei por voltar ao Jamor, tendo desta vez sido eu o anfitrião. Quando chegámos, estava lá o "dono" da zona, o "Kr1stu" que já tinha conhecido numa manutenção na Malveira. Parabéns a este senhor que começou tudo isto do ZERO. Tivemos lá a ver os novos duplos, mas enfim, é daqueles que é só mesmo para ver fazer. Depois de mais umas descidas, lá fomos ver o meu "mini road gap". Na 2ª ou 3ª tentativa o Telmo mandou-se para o chão para ver se era fofinho, e não era lá muito fofinho. Apesar de no vídeo dizer que "está tudo bem", na realidade ainda há bocado o rapaz me passou aqui à frente e tá a coxear uma beca.
Com os estragos no material a volta ficou por ali e o resultado do dia no "Gravity Assisted Sports vs. mini road gap" ficou num empate técnico de dois igual, pois o espeta do "Meiínhas" conta como se fosse nosso!



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mini road-gap a fazer o empate...



segunda-feira, 19 de maio de 2008

Downtown express


Costumo associar a realização do Lisboa Downtown com a “abertura oficial do Verão”… finais de Maio, os dias começam a puxar menos montanha e mais praia, as ruas de Lisboa começam a decorar-se para os santos. Apesar de o Verão ainda não ter chegado, fomos brindados no Sábado com um belo dia de sol.


Amarelo, de amarelo...




Consegui finalmente levar “os meus rapazes” a ver a prova onde o conceito de downhill urbano começou. Para além dos suspeitos de sempre, foi connosco o Gonçalo, que sempre achou que isto do downhill é coisa para gente maluca…

Neste dia tudo é "extreme" em Lisboa, até os fotógrafos



Como a almoçarada em minha casa se demorou um bocado mais do que o esperado, chegámos um pouco tarde e do qualifying heat já só vimos meia dúzia de pilotos. Não fez grande mal, porque o almoço tinha deixado toda a gente com sede, e as cervejinhas no “intervalo” caíram mesmo bem!!


Ali numa rua ao lado, havia um "downtown" mais underground...


Fomos descendo a pista até chegar ao drop da Mondraker, em que o Jay insistia que a recepção do salto era para flat, que nenhum iria receber aquilo já nas escadas. Bastou passar o 1º piloto para mudar de ideias…Ficámos por ali um bocado e resolvemos ir subindo até ao “car gap”, onde ficámos até passar o Minaar, que era o ultimo piloto.


Um dos pilotos mais acarinhados pela Gravity Assisted Sports:
José Borges aka
Zé Manel. Dá-lhe Zé Manel!!!




Na competição propriamente dita, o amigo Peat para não variar, ganhou. Já começa a haver uma certa mística, depois de 7 vitórias consecutivas... quase que já se começa a perguntar como será o downtown sem este homem. O melhor tuga foi o Pombo, a apenas 3 segundos do 1º lugar.


King of the hill, Steve Peat




Para o ano há mais, e esperamos uma “edição comemorativa” dos 10 anos do Downtown.
Por agora fica oficialmente aberto o Verão 2008.



PS: um agradecimento especial ao Carlos, que disponibilizou nada menos que 250 fotos do evento! Um abraço para ele… cada vez mais fico com a sensação que vamos ter brevemente um companheiro no grupinho do “FR Light” em Sintra.



segunda-feira, 12 de maio de 2008

A Reforma Agrária

Eu ainda sou do tempo em que algures na Bike Magazine dizia "circule sempre dentro dos trilhos e não abra trilhos novos". A verdade é que também sou do tempo em que o downhill se fazia bem com uma rigida, em que a RS Judy, o topo de gama para DH, tinha 100mm de curso, em que o freeride era uma "cena qualquer lá da Cannondale", em que saltos de bicicleta era dominio das BMX e palhaçadas com uma roda 26 chamava-se "trial", em que havia atletas de XC a sacarem pódios na Taça do Mundo de Downhill e em que cá na tuga de vez em quando ficavam uns gajos da promoção no top5 da geral porque eram locais e conheciam o trilho de trás para a frente. Mas as coisas mudaram muito... até mudou o "código de boa conduta" dos utilizadores dos trilhos que passou a ser "se gostas de cá andar então vem ajudar".


MTB legend, John Tomac






E compreende-se que queiram ajuda, porque antigamente fazia-se DH em "caminhos". Qualquer descida longa era uma boa descida, mas a evolução tecnológica das bikes tornou tudo muito diferente. Chegámos ao ponto em que qualquer caminho existente para outros fins, seja um estradão ou um caminho de cabras, não é suficientemente desafiante. Deixou de se fazer DH em trilhos, e passou a haver pistas de downhill, feitas por quem lá anda de bike, precisamente para esse efeito. E foi assim que eu e o Pacheco, cientes desta "reforma agrária" que ocorreu no mundo do MTB, pegámos nas enxadas e fomos ajudar o CPFR nas pistas da Malveira.


Proletários de todo o mundo, uni-vos!





Foi uma tarde bem passada, mas a trabalhar duro. Árvores abaixo, desbravar mato, abrir caminho ciclável. O objectivo era terminar o trilho de dificuldade media, mas apesar do esforço não se conseguiu. Pode ser que a chuva continue e se consiga terminar, até porque já so faltam meia duzia de metros... só que da próxima levo luvas que fiquei com bolhas nas mãos por causa da enxada. A vida do campo é muito gira mas custa...



O descanso dos guerreiros









terça-feira, 1 de abril de 2008

O xenhor faz dónile?

Estou todo partido, quebrado, cansado, esgotado... foram 4 dias de muita actividade. Eu e o Covas resolvemos meter uns dias de férias e ir à Vila do Touro, a "minha" terra lá perdida ao pé da Serra da Estrela. Enfiámos as bikes no carro e lá fomos.

Nem só de bicicletas vive a Gravity Assisted Sports.
Se for a descer tamos lá...





Logo na 6a feira, depois de devidamente estabelecidos e com a despensa cheia (de minis) fomos começar onde tinha terminado a primeira incursão naquelas terras há uns meses atrás: numa prometedora descida mesmo ali ao lado de casa com um desnível de 100m. Eu bem que levei uns "print-sreens" (private para o Jay, eheheh) do google earth mas não serviram de grande coisa. Fizemos a descida mas acabámos algures no sitio errado e andámos fortemente perdidos no meio do mato, a avançar com as bikes às costas a um metro por minuto. O
resto da tarde foi já com a carrinha a fazer de vai-vem...

Pickup point, depois da meta improvisada entre as duas casas




No Sábado fomos à Torre. Eu há muitos anos que tinha a curiosidade de ir andar de bike na neve, e finalmente fui! Como o bike park era mesmo ali e não se pagava nada, depois de umas descidas de sku, resolvemos ir ver aquilo com as bikes. Mesmo com a pista ainda com muita neve, foi o resto da manhã ali entretidos... o pior foi subir a pé.


A descida da Torre




À tarde fomos tirar uns tempos lá para a nossa encosta na Vila do Touro. Um de carro, outro de bike. O que estava de carro tinha de chegar pela estrada antes do da bike
chegar pelo trilho para lhe tirar o tempo, estava ali uma mistura de rally com downhill. A coisa estava a ficar perigosa, porque os tempos no trilho iam baixando... E foi no meio deste "biatlo" em pleno lado nenhum, onde não se vê ninguém, que aparece um rapaz todo equipado para o XC e todo equipado com um puro sotaque da Beira a perguntar-me se "O xenhor faz dónile? E é da competixão?"

Um arco-íris a dar bom karma antes de
descermos um dos
muitos "cabeços" que há por lá





No Domingo, foi dia de maxxis cup em Gouveia e fomos lá ver aquilo. Muitos pilotos, muitas senhoras a correr, muitos "top players"... ainda por lá encontrámos o "nosso" mecânico, o João, que também ia correr. O público estava animado pelo espectáculo e pelas quedas, e vimos ali grandes momentos.

unknown downhill player @ maxxis cup




O resto da tarde foi passado na encosta da nossa descida a fazer umas trialadas lá no meio dos rochedos da Vila do Touro. Para onde quer que se olhe só se vê linhas por ali abaixo e saltos no meio da rochas. Num desses saltos o Covas - que já tinha andado a experimentar o chão dali da zona - deu uma queda mais aparatosa. Chegou a falar-se de canadianas, mas gelo e nimeds fazem milagres!

O Covas em grande estilo num dos saltos do largo da igreja





domingo, 16 de março de 2008

Dia de Festa!

Pois é, depois de alguns fins de semana sem irmos até aos shores da Malveira, lá voltámos nós aos trilhos que me viram despontar para esta nova actividade.
Era dia de festa e por isso o Sub deixou nas minhas mãos como e onde seria a volta desta vez. Como éramos só dois, lá tivemos que ir subindo à pata cadas duas secções dos trilhos e descendo depois uma de cada vez.
Quando dei por nós estávamos lá no alto e daí só havia um caminho... Para baixo!!

Como foi a primeira vez que passámos nos trilhos devagar e em sentido contrário, descobrimos que afinal somos capazes de fazer uma quantidade de cenas lá que não sabíamos. Eles é shores, é drops, é saltos. You name it, you got it.

O Sub foi o vencedor do dia conseguindo saltar o 2º voador sem se aleijar (furou em vez disso). Eu também saltei mas trouxe um recuerdo disso no tornozelo... Ganda Sub!


Só faltou mesmo lá foi o pai da Maria Inês, à qual aproveito desde já para deixar um beijinho e desejos de muita saúde e alegria no seio de uma família muito feliz. Vá Jay, bora lá às espanholas ver se encontramos alguma ao teu jeito. ;-) Eu nem quero imaginar como vai ser quando o rapaz tiver uma "burra" à maneira para as parvoíces. O que vale é que depois já tem um Body Armour todo pro e pode-se atirar para o chão à vontade.

T

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Lama até mais não!

Pois é, depois de uma semana de chuvadas fortes e de uma hortas destruídas ali para os lados de Belas, lá fomos os dukes passear as "espanholitas" até à mata.
O rio transbordou brutalmente e deixou rastos e troncos por todo o lado. Estava com um aspecto um bocado caótico.
As meninas portaram-se bem, mais uma vez, mas a minha "espanholita" é realmente uma bike para parvoíces, não propriamente para pedalar. Qual "propedal" qual quê!! É mas é "pró...". O impermeável e as protecções também não ajudavam... ;-)
Lá demos a nossa voltinha e fizemos o trilho do DH mais radical. Fónix, estava todo "fucked up". Depois disso descobrimos uns drops novos para nós, onde nos entretivemos durante um bocado, como retrata bem a foto do Sub. Dá-lhe bro!

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Las torres gemelas

Eu avisei que a Malveira poderia ser traumática para o Covas. O que eu não sabia é que poderia ser tão traumática e que um trauma pudesse acabar... tão bem!! Depois do trauma o Covas decidiu finalmente comprar uma máquina ajustada aos andamentos que anda a ter, e temos uma nova "espanholita" nas colinas: uma Mondraker Curve R.


Então hoje fomos encarar o trauma de frente. Eram 9 da manha, estava um frio de rachar e já sabíamos que vinha aí chuva... queríamos apanhar as ultimas horas de trilhos secos. Na 1ª descida lá foram as primas pela 1ª vez juntas. Tendo em conta que se perspectiva que venham a vir a ser grandes companheiras de andamentos era importante este ritual de dá-las a conhecerem-se... parece que gostaram uma da outra, pelo menos não se morderam.


As primas a cheirarem-se: Curve & Curve R


E pronto lá se fizeram umas descidas, como diz o outro, "um bocadinho à mão e o resto a derrapar". O que é certo é que desmontar é raro, e derrapar é mentira. É saltos, é curvões, tudo a correr bem. Tá tudo com grande moral, e registe-se a data porque hoje quedas... nada! nepia! Zero kills!


Estava oficialmente "um bom dia para morrer".
Toda a gente se esticou e não morreu ninguém...







sábado, 9 de fevereiro de 2008

De volta

Depois de uns tempos a explorar os trilhos de DH em Belas, bem mais aqui ao pé de casa, mas dos quais não há registo fotográfico - daí a prolongada ausência neste blog - voltámos ao verdadeiro "north shore style": as pistas da Malveira. O Covas tem sido companhia nas andanças em Belas, e hoje foi o "baptismo de fogo". Depois da Malveira está preparado para qualquer coisa...


Chegámos bem cedinho, eram umas 9 e picos... um dia altamente, frio e com sol... mesmo perfeito. A vantagem de ter chegado cedo foi ter os trilhos so para nós! E com o conforto de ter uma carrinha, foi so meter as bikes la pra dentro... cinco estrelas.


big time Peugeot Partner!



1a manga: sub, jay e covas. Não podia deixar de estar presente no baptismo do homem. É que aquele 1º troço é um trauma para qualquer um a 1ª vez que o faz. Lá mais à frente, um valente tralho do Jay numa das saidas, a estrear o capacete novo logo nos 2 primeiros minutos de uso...

2ª manga: Telmo, sub e jay. O Covas ficou no carro a assimilar o mais recente trauma e a pensar na vida, nas acácias e nos shores. Encontrámos lá pelo meio pessoal com a pá e o serrote, e ficam já aqui os parabéns a quem lá anda na luta, pois os trilhos estão a ficar brutais. Fica a promessa de lá irmos um dia destes ajudar o CPFR.

Jay. Sub. Telmo




3ª manga: Telmo, sub e Covas. Com um dos trilhos encerrados para a manutenção andámos lá numas alternativas maradas... eu e o Telmo vínhamos picadinhos desde lá de cima, foi uma descida engraçada.

Sub na chegada



4ª manga: Covas, Jay, Telmo. Como fiquei eu com a carrinha, deu para subir a pé, tirar umas fotos e fazer um vídeo da parte final. O Jay vinha sem travão da frente praticamente desde que tínhamos chegado. Aquilo travava zero. Até se via o óleo a babar. Então andava a fazer umas descidas radicais a travar so com o de trás... no vídeo da para ver os efeitos dos travões a meio gás, com o Jay a evitar um pinheiro nos últimos segundos...

Telmo . Jay . Covas




video
É o Jay que aqui vai deixa-o passar!